Você precisa desenvolver uma aplicação com uma série de funcionalidades. Você tem a brilhante ideia de usar bibliotecas de código aberto que achou no Google para agilizar o seu trabalho, cortando o seu tempo de desenvolvimento quase pela metade. Você já viu essa estória.
Introduzir código pronto, de terceiros, introduz no seu sistema uma variável descontrolada que irá atingir em cheio a manutenção do seu código. O que as pessoas não conseguem entender é que usar uma biblioteca de código aberto aumenta o trabalho de manutenção do código. Por que? Por que o código introduzido no seu sistema agora faz parte do seu sistema. E como este código foi escrito por seres humanos é certo que contém defeitos. Quem vai consertá-los?
A postura correta é consertar os defeitos e publicar as correções para a comunidade que mantém o código. Afinal, você abraçou a causa depois que resolveu introduzir o código no seu projeto. Agora o filho é seu também. Assim, ao introduzir código aberto no seu sistema você também tornou-se um mantenedor deste mesmo código. O problema, que poucos enxergam, é o custo que isso gera para os projetos da empresa. Afinal, alguém terá de dedicar horas de trabalho para manter código aberto, gratuito, e cada hora de trabalho custa dinheiro à empresa. Seu salário vem no fim do mês, não é mesmo?
O uso indiscriminado de código aberto dentro de projetos nas empresas gera prejuízos não por que o código aberto é ruim, mas pela falta de planejamento na utilização deste código. Empresas como a IBM, por exemplo, financiam projetos de código aberto para poder usufruir dos mesmos. Há um planejamento e envolvimento empresarial consciente nestes projetos. Porém, um programador introduzir à revelia uma biblioteca de código aberto em um projeto irá gerar prejuízos para a empresa pois a falta de planejamento na utilização deste código custará horas de manutenção em código de terceiros.
Desenvolver aplicações, as famosas apps, para dispositivos móveis está na moda. Muita gente desenvolve aplicações para as plataformas móveis sem ter um mínimo de conhecimento de programação de computadores, como se isso fosse descartável. O resultado são aplicações lentas, pesadas e que consomem muito mais recursos do que deveriam.
As aplicações para dispositivos móveis são sistemas de informação. Não basta fazer uma interface bonita. É preciso ter um projeto sério de engenharia de software para que a aplicação torne-se um sucesso nas lojas on-line. Isso significa dizer que é essencial conhecer-se algoritmos, estruturas de dados, design patterns e outras matérias específicas de computação.
Canso de dizer e repito: um designer não tem a menor condição de implementar uma aplicação de sucesso apenas por fazer o design. O recheio, o código, precisa de modelos matemáticos de dados para suportarem a funcionalidade pretendida pela aplicação. Além do modelo, é preciso ter código que manipule o modelo matemático de maneira eficiente e eficaz.
Não quero desmerecer o trabalho do designer. Eu desenvolvo software e entendo o quanto o bom design é importante e essencial para a criação de uma aplicação. No entanto, da mesma forma que um programador normalmente não tem condições de fazer um bom design de UI, o designer não tem condições de fazer um código para a aplicação. É como pedir para um matemático pintar um quadro ou um pintor resolver uma equação.
Eu tenho visto bastante disso aqui na nossa terrinha: designers acreditando que podem escrever aplicações para dispositivos móveis. O resultado são aplicações belíssimas, mas cheias de defeitos, desde problemas básicos de navegação até problemas mais sérios como consumo de bateria, crashes inesperados e falhas graves de manutenção de dados. Por que isso? Pelo simples fato de que são aplicações desenvolvidas por quem sabe fazer UI mas não tem a mínima ideia de como modelar os dados, as relações entre eles e em como produzir informações através de processamento eficiente e eficaz.
O desenvolvimento de aplicações para dispositivos móveis é desafiador pois os recursos disponíveis são reduzidos e podem exaurir-se muito facilmente, ao contrário do que ocorre com os desktops ou servidores nos quais os recursos são abundantes. Os paradigmas são outros o que traz ao código final uma complexidade que não existe em máquinas com recursos.
As notícias que lemos no dia-a-dia são cada vez mais aterradoras. Casais que praticam sexo com a filha de 6 meses de idade, abusos sexuais de recém-nascidos… As notícias são tão terríveis que parecem estórias de terror. E fico me perguntando: isso começou a acontecer de uns anos para cá ou sempre aconteceu e a imprensa resolveu divulgar isso agora?
O fato é que o mal está à solta no mundo. Não falo no sentido religioso, mas no sentido prático. Que há pessoas más, não é novidade para ninguém. No entanto, cada vez mais a sociedade em que vivemos demonstra que a árvore da maldade está cada vez mais frondosa, enraizando-se mais profundamente e aumentando a quantidade de pessoas que comem do seu fruto.
O mal praticado contra os inocentes ganha nova faceta, ou seja, é praticado dentro de casa, dentro da estrutura da família. Pais que abusam de seus filhos violentam a pureza e a inocência, tirando de seus filhos a leveza de ser criança e plantando a semente da destruição em suas almas.
Cada vez mais me convenço que estamos assistindo ao declínio da sociedade moderna que está colapsando por sobre sua estrutura, demonstrando que vivemos o tempo da queda do mundo conforme o conhecemos. As relações entre as pessoas começam a transformar o indivíduo em coisas desprovidas de pensamento ou emoção, fato que é comprovado pelos abusos e violência que vemos inocentes sofrerem.
Crianças são forçadas a abandonar sua inocência e pureza pois tornam-se infectadas pelo vírus do mal, muitas vezes inoculado pelas pessoas que deveriam cuidar do seu crescimento sadio. Isso aumenta a insanidade destes tempos pois o ser humano perde seu valor, é desrespeitado e torna-se apenas um pedaço de carne em cima de duas pernas.
Eu enxergo nesse fenômeno do aumento da maldade um fato que é a diminuição da esperança. As pessoas têm menos esperanças, menos motivos para sorrirem. Alimentam-se de coisas sem valor deste mundo sendo que deveriam valorizar a vida que os cerca. Isso os condena à uma existência vazia, sem sentido e os tornam seres famintos, sempre com fome de algo que possa preencher suas almas. O resultado é que alimentam-se das coisas erradas, coisas que não preenchem seu vazio interior.
Ao contrário, o vazio aumenta, bem como a fome. Por fim, tornam-se famintos que sentem as dores da fome mas que nunca serão capazes de satisfazerem-se. Estão condenados.
Muita gente acredita que nunca mais vai estudar depois de deixar a faculdade. Ledo engano. Depois que a faculdade termina é que o estudo de verdade começa. Em qualquer área do conhecimento o estudo contínuo é o que diferencia o conhecimento técnico do profissional no mercado de trabalho. Porém, não se deve sair estudando tudo o que aparece pela frente. Aqui vão algumas dicas para você manter-se atualizado sem precisar morrer doido.
Reserve um horário do dia
Reserve um horário para estudar. Que seja meia-hora. Que seja no seu trabalho. O seu patrão vai agradecer depois, pois você está, na verdade, tornando-se um profissional melhor. Tire o telefone do gancho, saia do seu e-mail e dos messengers. E estude profundamente, de preferência ouvindo alguma música agitada. Música relaxante vai te fazer dormir. Prefira rock.
Estude o que pode usar imediatamente
Seja seletivo ao estudar. Procure estudar algum assunto que tenha a ver com o que está fazendo atualmente. Estude o assunto que possa melhorar o seu trabalho, tornando-o mais fácil para você. A equação aqui é bem simples: trabalho mais fácil, lucro mais alto. Você lucra por fazer o mesmo trabalho mais rápido e terá tempo mais livre para fazer as coisas realmente relevantes na sua empresa.
Varie linguagens de programação
Se você for programador, procure estudar outras linguagens de programação. O objetivo não é tornar-se um mestre Jedi de todas as linguagens, mas aprender paradigmas diferentes que podem ser aplicados na sua linguagem atual. Por exemplo, o estudo de TCL pode lhe ajudar a ter uma visão melhor de listas de dados e essa visão pode ajudá-lo a desenvolver rotinas mais eficientes em linguagens como C ou C++.
Os filmes e as músicas são caros, por isso baixo tudo de graça da internet.
Esta é a desculpa de quem fomenta a pirataria. O fato de não concordar com os preços e o anonimato proporcionado pela internet faz aparecer um Robin Hood às avessas que rouba dos ricos e distribui para si mesmo os frutos do roubo. As pessoas esquecem-se que podem fazer uso de um direito seu que, por fim, faz os preços baixarem: o seu poder enquanto consumidor.
A lei mais básica do mercado é chamada de “Lei da oferta e da procura”. Quando a oferta é maior que a procura, os preços são baixos. Quando a procura é maior que a oferta, os preços são altos. Não concorda com o preço do CD da sua banda favorita? Não compre! Espere baixar até um preço que você considere aceitável.
Por que não concordo com a pirataria? Por que as coisas levam tempo e dinheiro para serem feitas. O artista investe seu tempo e dinheiro para produzir trabalho de qualidade tal que possa ser vendido. O justo é remunerar este artista pelo trabalho que ele teve em nos entreter. Se o preço é muito alto ou se não concordo com o preço, procuro por outro entretenimento, que seja mais condizente com minha condição financeira. Isso funciona assim desde a pré-história.
O impulso consumista é o que leva as pessoas optar pela pirataria. A ansiedade e o desejo em ter algo é tamanho que as barreiras da moral são postas de lado e comete-se o crime acreditando-se que se está fazendo a coisa certa. Você gostaria de vender seu trabalho de graça? Certamente que o artista que fez o filme ou a música que você gosta não gostaria.
Ah, mas a indústria da mídia abusa e coloca preços altíssimos! Bem, quando você vai comprar verdura precisa pagar o preço que lhe pedem. Se você acha que está caro demais o que você faz? Reclama com o comerciante e não compra. Basta fazer isso: reclame com a indústria da mídia e não compre! Se você não comprar vale a lei da oferta e da procura. Fatalmente o preço vai cair.
