A contratação de pessoas é uma arte. Quando há uma vaga em aberto em uma empresa é importante contratar corretamente para que esta vaga seja preenchida por alguém que faça o trabalho e ainda some à equipe. Não adianta absolutamente nada contratar pessoas que têm excelente nível técnico mas que não somem valor ao trabalho do dia-a-dia. Mais importante do que o preço de um novo funcionário é o seu valor.
Um fenômeno social
Tenha em mente que a empresa onde você trabalha é um fenômeno social. Portanto, você terá de contratar alguém que não apenas faça o serviço mas que também integre-se à micro-sociedade representada pelas pessoas da empresa. Não adianta absolutamente nada você contratar um gênio sociopata. Ele só conseguirá criar inimigos dentro da sua equipe.
A empatia é necessária mas não é o único critério. O candidato precisa demonstrar que consegue fazer o trabalho proposto. Além disso, ele precisa se comunicar e sociabilizar-se com o restante da empresa. Somente assim ele será realmente produtivo.
Melhor que você
A competição existe na natureza. Somente o mais adaptável sobrevive. E isso vale para a sua empresa também. Contrate apenas as pessoas que são melhores que você. Nunca contrate gente inferior. Não tema a competição. Na verdade, incentive-a. Faça com que as pessoas compitam de maneira saudável, fazendo com que todos os dias sejam uma luta para um lugar ao sol.
A competição é o que incentiva os atletas a almejar a medalha de ouro. Da mesma forma, a competição dentro da empresa incentiva os empregados a almejarem a maior rentabilidade e lucro. Cada empregado precisa ter um adversário e não um inimigo. A diferença aqui é bastante sutil.
No entanto, tome bastante cuidado ao reconhecer os esforços de todos, mesmo daqueles que não conseguiram alcançar seus objetivos. Evite preferidos e tente ser o mais justo que puder.
Mas por que contratar gente melhor que você próprio? A ideia não é aumentar o lucro da empresa? Ao contratar pessoas melhores você estará garantindo a melhoria no serviço da empresa e a melhoria na sua equipe. Assim, o trabalho torna-se mais suave e com menor ocorrência de erros.
O custo de contratar pessoas piores
Na cultura estabelecida os contratantes procuram sempre pelas pessoas que têm um mínimo de conhecimento para realizar o trabalho. O custo inicial dessas pessoas é realmente mais baixo mas, se esticarmos a linha do tempo, veremos que o custo final é muito mais alto do que se imagina.
A repetição de serviços já realizados por conta de erros operacionais é um dos maiores fatores de prejuízo nas empresas. Os erros operacionais estão diretamente relacionados à capacidade de trabalho dos empregados bem como a sua sobrecarga. Quem não tem capacidade e é submetido à uma carga de trabalho acima de suas possibilidades vai, necessariamente, cometer um erro que custará caro à empresa.
Quando falo em acima da capacidade estou querendo dizer acima de seus talentos e não falo, aqui, em quantidade de horas trabalhadas. Toda atividade dentro da empresa exige um nível de expertise do empregado para ser executada. Se o empregado não tem este nível, o seu esforço para executar a tarefa será obrigatoriamente maior. Maior, também, será o risco de ocorrência de erros.
É sabido que a incompetência é o maior motivo que prende empregados com capacidade por mais tempo que o necessário no trabalho. Afinal, se alguém cometeu um erro e não tem capacidade para consertá-lo, alguém com capacidade terá de fazer o serviço. E normalmente esse alguém com capacidade acaba sobrecarregando-se de trabalho.
Tudo começou com um grande amigo meu que certa vez me disse que navegava na internet apenas usando tela cheia. A princípio achei isso um pouco estranho, talvez por estar habituado a ver tudo em uma janelinha. Porém, depois que iniciei minhas atividades no Mac OS X comecei a perceber o quanto o modo em tela cheia é interessante ao usuário no que tange ao foco de trabalho.
Ao trabalhar com várias janelas é difícil concentrar-se no que se está fazendo. É muita informação ao mesmo tempo e a atenção dispersa acaba por causar um grande dano na produtividade. O modo de tela cheia de uma aplicação permite que você foque seu trabalho completamente, sem distrações. No Windows pode-se realizar isso configurando-se a barra de tarefas para desaparecer automaticamente e maximizando a janela na qual está trabalhando. Alterar é simplesmente usar o velho truque do ALT-TAB.
O Mac OS X permite colocar as janelas em tela cheia e a alternância pode ser feita com ⌘ tab ou usando F3. Em ambos os sistemas isso é algo bem resolvido e fica a dica para que você use este recurso a seu favor. O foco na aplicação que está usando permite que você seja mais produtivo. Afinal, você só consegue usar uma única aplicação por vez. A ideia de ter vários programas em execução é interessante pois permite a alta disponibilidade dos mesmos, ou seja, alternar entre programas é mais rápido do que carregá-lo do zero.
De início é um pouco difícil acostumar-se a trabalhar com a tela cheia. No entanto,o ganho de produtividade justifica o impacto neste modo de operação pois você ganhará mais foco e maior produtividade.
Ontem li uma notícia na internet que me deixou chocado: um sujeito tentou estuprar a filha de um casal de amigos que lhe deu carona, dentro do carro onde estava. Qualquer pai decente ficará revoltado ao ler uma matéria como essa que li. Apesar da revolta que este tipo de fato nos traz, é importante ter em mente que é apenas um reflexo da decadência na qual se encontra nossa sociedade.
Os valores que são veiculados hoje são fúteis: dinheiro, poder, sexo fácil. Basta ligar a televisão. Big Brother é o campeão de audiência. E o que ele vende? Cobiça, sexo, maldade. Nada mais é que o reflexo da sociedade como um todo na qual a cobiça e o desejo de poder são os principais guias de conquista nos dias de hoje. Nada de aventuras românticas.
Não me entendam mal: não sou nenhum moralista de plantão. Reconheço a decadência da nossa sociedade não pela imagem mas pelas ações das pessoas. As estórias de estupro, abusos sexuais e crimes contra crianças só vêm aumentando, bem como consumo de drogas, aumento de dependentes, assassinatos, assaltos e crimes seguidos de morte. No carnaval, por exemplo, uma moça foi brutalmente assassinada por se recusar a ficar com um criminoso que lhe deu um tiro à queima roupa no rosto.
O mundo dos humanos está cada vez mais triste. A violência está cada vez mais presente no nosso dia-a-dia, desde os criminosos hediondos até os criminosos eventuais. O trânsito está cheio de criminosos eventuais que transgridem a lei habitualmente: desrespeito à sinalização, estacionamento em local proibido, ultrapassagens de risco, seguir adiante onde deveriam parar e aguardar… A lista é grande.
Acidentes no trânsito, frutos da negligência e do desrespeito, são extremamente comuns. E também estão se tornando comuns as vítimas desses acidentes, pessoas que têm suas vidas destruídas por que alguém sentiu-se suficientemente acima da lei a ponto de desrespeitar uma regra, desrespeito este que pode custar a vida de pessoas inocentes.
Enfim, este é mesmo o mundo que queremos para nossos filhos? Pense bem nisso quando baixar o vidro do seu carro para xingar o próximo.
As redes sociais são, hoje em dia, excelentes agentes multiplicadores. Tornam-se excelentes ferramentas de marketing se bem utilizadas. No entanto, é importante cultivar as atitudes corretas para evitar que seu negócio seja desacreditado. É muito fácil fazer com que a reputação de sua marca seja jogada na lama caso você utilize de maneira incorreta o acesso que as redes sociais dão às pessoas.
Diga a verdade
Não crie perfis falsos com a intenção de atingir o seu público. A máxima mentira tem perna curta não poderia ser mais verdadeira para este caso. Ao descobrir que o seu perfil é falso o público reagirá de maneira bastante negativa, desacreditando a idoneidade da sua marca. O fato é que se você não diz a verdade entende-se que a empresa para a qual você trabalha aceita este fato, ou seja, seu representante (você) é um mentiroso e assim a instituição toda é vista como mentirosa.
Você não precisa dizer que é líder disso ou chefe daquilo, mas deixe claro quem você é, o que você faz e qual é o escopo da sua atividade. Assim as pessoas que está tentando contatar saberão o que esperar de você e como fazer para utilizar o seu contato para benefício mútuo.
Não seja invasivo
Imagine a cena: você entra em casa e dá de cara com uma pessoa estranha, que nunca viu na vida. Seu primeiro impulso será o de solicitar à essa pessoa que se retire, imediatamente, sob pena de acionar as autoridades sob a alegação de invasão de propriedade particular. Nas redes sociais é a mesma coisa, ou seja, você não deve chegar enfiando o pé na porta. Você precisa estabelecer uma relação com o seu público de tal forma que este queira que você entre.
Assim, não tente adicionar o perfil de uma pessoa imediatamente aos seus contatos. Faça com que ela queira isso. Entre em contato, converse, crie uma relação de confiança. Tanto você, quanto ela, terão muito a ganhar com esta atitude. O fato é que ao conversar com o seu público você estará ampliando não somente sua rede de contatos, mas seu conhecimento. As pessoas poderão lhe prestar informações muito importantes para o seu negócio sem que, necessariamente, você precise enfiar o pé na porta para ver o que há dentro.
Não seja inquisitivo
Ninguém gosta de pessoas inquisitivas. Evite envio de correspondência não solicitada. Evite se tornar um pidão. Crie o interesse naquilo que você quer vender ou informar. E a melhor forma de fazer isso é conversando. Se a pessoa do outro lado mostrar que não está interessada, não force a barra. Ninguém gosta de gente insistente, principalmente quando o assunto não é de interesse.
Saiba ouvir. Mesmo que a outra pessoa não esteja, definitivamente, interessada em seu produto ou serviço, ela poderá lhe dar algumas dicas sobre algo que ela precisa e que pode se tornar, no futuro, uma oportunidade de negócio real.
Se você entrar nas redes sociais voltadas para profissionais, como o Linked-in, verá que a vaidade é a ordem do dia. A grande maioria das pessoas coloca em seus Curricula Vitae (está correto: estou falando no plural, para quem não sabe latim) cargos pomposos. E em alguns momentos você esbarra com CTO de empresa que não tem mais do que 20 anos com menos de 5 anos de experiência e que procura emprego como programador. Mentira tem perna curta.
Esse tipo de atitude nas redes sociais focadas em profissionais demonstra um fato corriqueiro e cotidiano do brasileiro: todo mundo quer o cargo, mas ninguém quer a função. Você quer ser lixeiro chefe, mas não quer recolher lixo. Você quer ser programador-chefe, mas não quer escrever código. Você quer ser analista-chefe, mas não quer analisar os requisitos do cliente.
Acordem: o cargo não significa absolutamente NADA. Em um mundo cada vez mais competitivo, a vaidade não tem lugar. O mundo precisa de gente que assuma a função pois é a função que faz com que as empresas destaquem-se no mercado. É preciso FAZER e não PARECER QUE FAZ. Aqueles que parecem que fazem têm vida curta no mercado. O próprio mercado se encarrega de dar um fim nessas pessoas.
Portanto, assuma a função. O cargo só serve para você deixar os amigos com inveja na roda de cerveja no boteco. Se você tem o cargo mas não assumiu a função, seus dias podem estar contados dentro da empresa onde trabalha.

