E o Yahoo colocou o Facebook no pau

Em 15 de março de 2012, em Internet, por ronaldo

Sempre que uma empresa de tecnologia deixa de ser competitiva e precisa levantar dinheiro a todo custo começam as brigas judiciais. Isso não é novidade. E o Yahoo, outrora uma das maiores empresas de tecnologia da internet, resolveu entrar nessa onda também movendo uma ação judicial contra o Facebook por infração de nada menos que 10 patentes. Sem dúvida, se o Facebook infringiu a lei e usou a propriedade intelectual de outro sem a devida remuneração este precisa pagar por isso. Mas a questão aqui não é essa.

O fato é que há um movimento no mercado de tecnologia, que não é recente, no qual empresas de tecnologia movem ações judiciais contra outras empresas, principalmente concorrentes. Existem empresas que vivem de criar patentes e mover ações judiciais contra quem usa essas patentes mesmo sem saber que as patentes existiam. Não posso afirmar se este é o caso do Yahoo. Porém, essa ação judicial chega em uma época no mínimo interessante: o Facebook tornou-se uma empresa valiosa ultrapassando o Yahoo em termos de valor de mercado. Além disso, o Yahoo vem colecionando prejuízos já há algum tempo e não é uma empresa tão competitiva como costumava ser.

O fato é que uma empresa é o que são seus donos. Defender os direitos da empresa é função dos donos. Mas quando isso se torna meio de vida, a coisa começa a fica questionável. O que eu quero dizer é que é possível que o Yahoo tenha tomado o rumo dos trolls que vivem de arrancar dinheiro dos outros com ações judiciais. Espero que não seja o caso. Por outro lado, é também possível que o Facebook, que não é nenhuma empresa “santinha” tenha, de fato, infringido uma série de patentes do Yahoo. Em verdade, é sentar e esperar para ver o que isso vai dar.

 

 

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A morte anunciada do blu ray

Em 15 de março de 2012, em Tecnologia, por ronaldo

Com a popularização da internet e dos serviços de streaming de vídeo em alta definição os filmes e programas de TV distribuídos em mídia ótica estão com os dias contados. A verdade é que o DVD e o Blu Ray tornaram-se obsoletos. Serviços como o NetFlix ou a Apple TV estão inaugurando uma nova era na distribuição de mídia: a distribuição por streaming. O fato é que você não vai mais precisar ir ao vídeo clube ou comprar o DVD ou Blu Ray para assistir seus programas e filmes favoritos: basta comprá-los pela internet e aguardar o download finalizar. Com as velocidades de conexão cada vez maiores, estamos falando de alguns minutos e não alguns dias como era antigamente.

Assim, a mídia física vai deixar de existir nos próximos anos, dando lugar à distribuição através da internet. O mais interessante disso tudo é que provavelmente você não precisará de dispositivos que tenham grande espaço de armazenamento, ou seja, os filmes serão baixados por demanda de um servidor central onde você tenha uma conta. Assim, o servidor central será onde seu filme será armazenado. Quer assistir? Faz-se o download por demanda e assiste-se ao filme. Com as novas tecnologias é possível ainda assistir ao filme enquanto ele faz download.

Isso trará à TV uma revolução. Você poderá assistir somente ao que deseja, na hora em que quiser ver. É bem possível que a TV conforme a conhecemos também esteja caminhando para uma reinvenção. Afinal, a morte nada mais é que uma reinvenção.

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Analisadores de código: use-os!

Em 12 de março de 2012, em Codexis, por ronaldo

Toda linguagem de programação moderna tem alguma forma de analisador de código que auxilia os programadores a encontrar problemas nem sempre óbvios. Porém, não é todo programador que sabe da existência desses analisadores e normalmente escreve-se código sem que este seja devidamente chancelado por um analisador de código.

Os analisadores são ferramentas antigas mas, mesmo assim, são poucos os programadores que fazem uso dos mesmos. No mundo unix, o Lint analisa código C fornecendo ao desenvolvedor um relatório de falhas potenciais que precisam ser avaliadas. O mesmo pode ser dito do Clang, um analisador para Objective C usado no XCode no desenvolvimento para plataforma Apple.

A utilização desses analisadores tem como principal função minimizar o trabalho de manutenção posterior do código pois indicam falhas potenciais que podem ser evitadas antes da entrega, durante o desenvolvimento. Além disso, auxiliam o desenvolvedor na compreensão de falhas que ele mesmo costuma cometer inconscientemente, melhorando a qualidade do código escrito.

Como eu tenho o costume de dizer, o conhecimento de uma linguagem de programação é apenas uma pequena parte do conhecimento necessário para que um desenvolvedor seja considerado bom. Algoritmos, estruturas de dados e conhecimentos sobre ferramentas de desenvolvimento que agilizem o trabalho também fazem parte do rol de conhecimentos necessários para um bom developer.

Referência: Lista de analisadores de código (link externo: wikipedia)

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Apps em tela cheia: por que isso é bom

Em 9 de março de 2012, em Blog e opiniões, por ronaldo

Tudo começou com um grande amigo meu que certa vez me disse que navegava na internet apenas usando tela cheia. A princípio achei isso um pouco estranho, talvez por estar habituado a ver tudo em uma janelinha. Porém, depois que iniciei minhas atividades no Mac OS X comecei a perceber o quanto o modo em tela cheia é interessante ao usuário no que tange ao foco de trabalho.

Ao trabalhar com várias janelas é difícil concentrar-se no que se está fazendo. É muita informação ao mesmo tempo e a atenção dispersa acaba por causar um grande dano na produtividade. O modo de tela cheia de uma aplicação permite que você foque seu trabalho completamente, sem distrações. No Windows pode-se realizar isso configurando-se a barra de tarefas para desaparecer automaticamente e maximizando a janela na qual está trabalhando. Alterar é simplesmente usar o velho truque do ALT-TAB.

O Mac OS X permite colocar as janelas em tela cheia e a alternância pode ser feita com ⌘ tab ou usando F3. Em ambos os sistemas isso é algo bem resolvido e fica a dica para que você use este recurso a seu favor. O foco na aplicação que está usando permite que você seja mais produtivo. Afinal, você só consegue usar uma única aplicação por vez. A ideia de ter vários programas em execução é interessante pois permite a alta disponibilidade dos mesmos, ou seja, alternar entre programas é mais rápido do que carregá-lo do zero.

De início é um pouco difícil acostumar-se a trabalhar com a tela cheia. No entanto,o ganho de produtividade justifica o impacto neste modo de operação pois você ganhará mais foco e maior produtividade.

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Não queime seu filme nas redes sociais

Em 1 de março de 2012, em Blog e opiniões, por ronaldo

As redes sociais são, hoje em dia, excelentes agentes multiplicadores. Tornam-se excelentes ferramentas de marketing se bem utilizadas. No entanto, é importante cultivar as atitudes corretas para evitar que seu negócio seja desacreditado. É muito fácil fazer com que a reputação de sua marca seja jogada na lama caso você utilize de maneira incorreta o acesso que as redes sociais dão às pessoas.

Diga a verdade

Não crie perfis falsos com a intenção de atingir o seu público. A máxima mentira tem perna curta não poderia ser mais verdadeira para este caso. Ao descobrir que o seu perfil é falso o público reagirá de maneira bastante negativa, desacreditando a idoneidade da sua marca. O fato é que se você não diz a verdade entende-se que a empresa para a qual você trabalha aceita este fato, ou seja, seu representante (você) é um mentiroso e assim a instituição toda é vista como mentirosa.

Você não precisa dizer que é líder disso ou chefe daquilo, mas deixe claro quem você é, o que você faz e qual é o escopo da sua atividade. Assim as pessoas que está tentando contatar saberão o que esperar de você e como fazer para utilizar o seu contato para benefício mútuo.

Não seja invasivo

Imagine a cena: você entra em casa e dá de cara com uma pessoa estranha, que nunca viu na vida. Seu primeiro impulso será o de solicitar à essa pessoa que se retire, imediatamente, sob pena de acionar as autoridades sob a alegação de invasão de propriedade particular. Nas redes sociais é a mesma coisa, ou seja, você não deve chegar enfiando o pé na porta. Você precisa estabelecer uma relação com o seu público de tal forma que este queira que você entre.

Assim, não tente adicionar o perfil de uma pessoa imediatamente aos seus contatos. Faça com que ela queira isso. Entre em contato, converse, crie uma relação de confiança. Tanto você, quanto ela, terão muito a ganhar com esta atitude. O fato é que ao conversar com o seu público você estará ampliando não somente sua rede de contatos, mas seu conhecimento. As pessoas poderão lhe prestar informações muito importantes para o seu negócio sem que, necessariamente, você precise enfiar o pé na porta para ver o que há dentro.

Não seja inquisitivo

Ninguém gosta de pessoas inquisitivas. Evite envio de correspondência não solicitada. Evite se tornar um pidão. Crie o interesse naquilo que você quer vender ou informar. E a melhor forma de fazer isso é conversando. Se a pessoa do outro lado mostrar que não está interessada, não force a barra. Ninguém gosta de gente insistente, principalmente quando o assunto não é de interesse.

Saiba ouvir. Mesmo que a outra pessoa não esteja, definitivamente, interessada em seu produto ou serviço, ela poderá lhe dar algumas dicas sobre algo que ela precisa e que pode se tornar, no futuro, uma oportunidade de negócio real.

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